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Sailing the sky under your own wing is true freedom. Sun, landscape and wind sets the limits, together with your own skill and fantasy. It is called paragliding and you can not get closer to the Icaristic dream any other way. Like the birds you take advantage of hot air rising from the ground when heated by the sun. Or use the upswell of air created when the wind hits a rockface. The only difference is that birds can flap their wings when out of lift. Pretty unfair isn’t it?
quarta-feira, novembro 1
sexta-feira, outubro 27
As Leis de Murphy no Parapente

As Leis de Murphy no Parapente
Escrito por : Ana
Lá de vez em quando, na inércia das férias grandes, surgem-me umas ideias originais. E vai daí que num desses momentos de inspiração me ocorreu fazer uma coisa que penso que nunca foi feita: As Leis de Murphy do Parapente. E aqui vai o resultado.
Breve exemplificação/noção de Lei de Murphy:
1 - Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.
2 - Se há possibilidade de várias coisas darem errado, todas darão - ou então aquela que causar mais prejuízo.
3 - O número de excepções ultrapassa sempre o número de regras. E há sempre excepções às excepções já estabelecidas.
4 - Acontecimentos infelizes ocorrem sempre em série.
5 - As coisas podem sempre piorar, você é que não tem imaginação.
As Leis de Murphy no Parapente
Metereologia:
1 - Se o vento não está forte demais, então está fraco demais.
2 - Se o vento não está fraco demais nem forte demais, é porque está de rajada.
3 - Se o vento está de boa intensidade e constante, é porque está a chover.
4 - Se o vento está de boa intensidade e constante, e não está a chover, estará da pior direcção.
5 - Quanto mais longe for o sítio que escolher para ir voar, maior a probabilidade de o vento estar atravessado na descolagem.
6 - Se se organiza um festival, nesses dias, precisamente, vai estar impossível de voar por qualquer uma razão das anteriores.
Descolagem:
1 - Só depois de chegar à descolagem é que você repara que deixou alguma coisa lá em baixo no carro (capacete, altivário, agasalho, luvas..)
2 - Se já estendeu a asa e se prepara descolar, há sempre alguém que estende a asa mesmo à sua frente e leva horas a decidir-se a descolar.
3 - Se ao descolar você achar que foi mesmo bem e se sentar, cairá de rabo um pouco mais adiante.
4 - Se na descolagem há um silvado, certamente todos irão lá direitos umas quantas vezes.
5 - Se na descolagem há um obstáculo (nem que seja o poste da manga do vento), é exactamente na direcção dele que a asa vai derivar.
6 - Quando conseguir finalmente descolar e fôr para a frente de sustentação, já estará sobrelotada.
Vôo:
1 - Toda partícula que voa sempre encontra um olho.
2 - Nunca ninguém está a olhar, até você cometer um erro.
3 - Ao voar num sítio novo, a informação mais necessária é exactamente aquela que se esquecem de lhe dar.
4 - Se não parece estar frio e decidiu não vestir o fato de vôo para uma marrecada, apanhará uma grande térmica até onde estão 5 graus celsius. Aterra mais tarde, congelado.
5 - Quando vir alguém apanhar uma boa térmica e se dirigir para lá, ela acabará antes de lá chegar, e entretanto já terá perdido a altura necessária para regressar à frente de sustentação.
Aterragem:
1 - Se na aterragem há um obstáculo (uma árvore isolada ou uma vaca) a asa tende e o vento conspira naturalmente para que esbarre nele.
2 - Se na aterragem há uma bosta, certamente aterrará em cima dela. Esta probabilidade aumenta tanto quanto a mais fresca for a bosta. Em caso de estar a usar material novo, emprestado ou de cor branca, também conseguirá sujar a sellete e a asa.
Arrumar o material:
1 - Por mais que sacuda a asa há sempre uma variedade de insectos suicidas que insistem em ficar enrolados nela.
2 - A asa é sempre muito mais volumosa quando a tentamos arrumar no saco do que quando a retirámos de lá, de modo a parecer tarefa impossível voltar a enfiá-la lá.
3 - Depois de quase tudo arrumado é que notará que deixou qualquer coisa na descolagem (saco, fita...). Este acontecimento é tanto mais provável quanto maior e mais custosa for a viagem novamente até à descolagem.
Várias:
Entregas de material que normalmente levam uma semana, levarão cinco quando você depender da entrega.
Num incidente, o material é danificado segundo a proporção directa do seu valor.
Num festival, por mais que se combine uma hora para briefing o mais cedo possível, a pessoa mais imprescindível (motorista do transporte, por ex.) terá um grande atraso imprevisto.
Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos.
Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual.
Se o curso que você desejava fazer só tem "n" vagas, pode ter certeza de que você será o candidato "n+1" a tentar matricular-se.
Numa aula teórica, se você não está confuso, é porque não está a prestar atenção.
Vejam o Blog da autora em: http://my.opera.com/Khaky/blog/
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sábado, setembro 30
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segunda-feira, setembro 4
terça-feira, agosto 22
A Última Térmica
Já se passaram 300 anos desde que as últimas naves deixaram a Terra. A expansão do Sol chegou a um ponto insuportável e somente os menos afortunados e piratas de apartamentos permaneciam. Este planeta que tanto nos ajudou entrou em seu período de decadência a partir do século XX. Seu triste fim já era conhecido desde muito tempo. A terrível transformação do Sol em uma anã branca finalmente estava diante de nossos olhos.
O povo que ficou falava aterrorizado dos redemoinhos gigantes de pó que subiam as céus a perder de vista. Existiam até histórias de crianças que foram tragadas para esses monstros de ar e pó ao brincar com páraquedas caseiros feitos de plástico e fios.
E o que eu vim fazer aqui nesta Terra desolada e castigada por altas temperaturas e ventos praticamente inexistentes? Cento e vinte afortunados, dos quais eu e mais uma dezena de amigos do que era antigamente Portugal tivemos a oportunidade de fazer parte do último campeonato de voo livre da Terra.
Todos os meus equipamentos estavam guardados na minha pequena mochila. Finalmente o pessoal da Novatech conseguiu desenvolver um equipamento completo que não pesava mais do que dois quilos. Eu já estava farto de ter que carregar duas mochilas, sendo uma só para guardar a minha roupa de voo. De parecido com o pré-histórico parapente, desenvolvido nos anos 90, não restou nem o nome. A Asa Delta já era coisa do passado à muitos séculos. A mais de 200 anos os dois esportes tinham-se fundido quando foi foi inventado a roupa de voo.
A roupa nada mais era que um fato de voo que envolvia totalmente o corpo do piloto, com asas de comprimento variável que podiam ser estendidas ou recolhidas a partir dos braços através de controle braço-motor. Como o material da roupa era muito leve e extremamente maleável, as possibilidades aerodinâmicas eram praticamente ilimitadas.
O controle braço-motor é efectuado basicamente como uma extensão do próprio braço do piloto. Ao estender os braços as "asas" acompanham os movimentos executados e finalmente consegue-se as tão almejadas asas com área variável.
O aspecto geral da roupa ao vê-la em voo é muito parecido com um condor, extinto à milhares de anos. Estas aves povoaram o imaginário dos praticantes do voo livre do século XX pela sua total desenvolvura nos ares. Era raro ver um condor a bater as asas. Se isso acontecesse pode apostar que o dia de voo seria mau. No fato de voo até as pontas das asas foram inspiradas nas dos condores.
Deixou de ser permitido qualquer tipo de equipamento electrónico no voo livre. Também, com estes fatos de voo a possibilitarem planeios de 80/1, quem precisa de variómetro? Mesmo os famosos óculos térmicos, tão populares a partir do ano de 2009, tinham sido abolidos das competições oficiais à mais de 300 anos. Estes óculos eram usados somente para alunos em instrução para familiarizá-los com o voo térmico. Mas o grande salto tecnológico não se deu somente nas roupas de v0o...
A engenharia genética evoluiu muito e finalmente chegou aos desporots aéreos. Depois que o gene do condor foi todo mapeado, foi fácil descobrir o que o fazia tão poderoso nos céus. Anos de estudo levantaram alguns dos dons do condor. Ouvido altamente apurado para baixas frequências: as térmicas podiam ser ouvidas. Alta sensibilidade para variações de pressão: variómetro interno. Visão infra-vermelho: através de pequenas variações de temperaturas as térmicas podiam ser vistas. A máquina perfeita de voar estava desvendada.
Foi no campeonato mundial de 2040 que surgiram as primeiras experiências envolvendo pilotos de alto nível com material genético alterado a partir do condor. As competições tiveram um salto enorme. Esses pilotos que se submeteram a alterações genéticas eram imbatíveis!
Em vez de gerar altos protestos, um a um os pilotos começaram a submeter-se ao tratamento genético. Não tanto por querer ganhar as novas competições, mas pelas maravilhas que os "convertidos" falavam. As térmicas eram sempre alcançadas, as transições eram sempre maiores. Muitos falavam que tinham redescoberto o prazer de voar; na verdade todos falavam que aquilo sim era voar.
Foi nesta época que os equipamentos electrónicos foram banidos das competições. Não havia mais razão para usar óculos térmicos, variómetros ou GPS. Para quê usar toda esta parafernália tecnológica se agora eles podiam sentir as térmicas, practicamente "ver" as correntes de ar e saber qual era o melhor lugar para se dirigir para apanahar a melhor ascendência?
Mas toda essa evolução genética tinha um preço a ser pago. Algumas pessoas começaram a desenvolver uma pequena plumagem pelo corpo. Algo lembrando micro-penas. Outros começaram a ter predileção por carnes quase em estado de putrefação.
Já faz 2 anos que me submeti ao tratamento. No início não senti nada.! Pensei que algo tinha corrido mal e até comecei a duvidar de meus outros amigos de voo e das maravilhas que eles falavam. Passaram-se 3 semanas e num dia que não prometia um bom voo comecei a sentir um coisa estranha. Ao descolar comecei a voar para a frente durante uns 5 segundos para ver se encontrava algum local com sustentação. Não encontrei nada. Quando estav prestes a começar a fazer a curva para voltar para a encosta senti uma mudança no ar. Ele parecia ter ficado um pouco mais quente e a cada metro que eu avançava para frente mais ele aquecia. O meu variómetro não marcava nada, mas eu sabia que alguma coisa estava a acontecer ali na frente.
Dez segundos depois senti a pressão do ar que me levava para cima e o variómetro começava a apitar. Era como se tivesse sido a minha primeira térmica. Eu sabia que ela estava ali na frente. Como sabia? Não sei, mas eu tinha a certeza que ela estava lá. Algumas horas depois do voo lembrei-me de ter sentido um aumento de temperatura, será que eu tinha sido "convertido" finalmente?
As semanas foram passando e as mudanças começaram a ficar muito mais visíveis. Mesmo não voando eu sabia onde as térmicas estavam a ser geradas e para onde elas se deslocavam. Isso até me irritava, pois eu estava dentro da cidade e tinha absoluta certeza que se estivesse com a minha roupa de voo chegaria ao meu destino muito mais rapidamente que de carro ou a pé.
No fim de semana começava a minha glória. Eu não era mais um simples mortal. Tinha me tornado finalmente um ser do céus. Eu ainda não era um pássaro, mas já me considerava como um. As 10 horas da manhã eu já podia lançar-me aos céus e ficar a voar por muitas horas a fio. Mesmo que as condições piorassem eu tinha plena consciência disso e voltava a aterrar na descolagem antes que tivesse que obrigatoriamente ir para a aterragem.
Bem, chega de lembranças. O despertador tocou, bati coma cabeça e afinal estava só a sonhar...
O povo que ficou falava aterrorizado dos redemoinhos gigantes de pó que subiam as céus a perder de vista. Existiam até histórias de crianças que foram tragadas para esses monstros de ar e pó ao brincar com páraquedas caseiros feitos de plástico e fios.
E o que eu vim fazer aqui nesta Terra desolada e castigada por altas temperaturas e ventos praticamente inexistentes? Cento e vinte afortunados, dos quais eu e mais uma dezena de amigos do que era antigamente Portugal tivemos a oportunidade de fazer parte do último campeonato de voo livre da Terra.
Todos os meus equipamentos estavam guardados na minha pequena mochila. Finalmente o pessoal da Novatech conseguiu desenvolver um equipamento completo que não pesava mais do que dois quilos. Eu já estava farto de ter que carregar duas mochilas, sendo uma só para guardar a minha roupa de voo. De parecido com o pré-histórico parapente, desenvolvido nos anos 90, não restou nem o nome. A Asa Delta já era coisa do passado à muitos séculos. A mais de 200 anos os dois esportes tinham-se fundido quando foi foi inventado a roupa de voo.
A roupa nada mais era que um fato de voo que envolvia totalmente o corpo do piloto, com asas de comprimento variável que podiam ser estendidas ou recolhidas a partir dos braços através de controle braço-motor. Como o material da roupa era muito leve e extremamente maleável, as possibilidades aerodinâmicas eram praticamente ilimitadas.
O controle braço-motor é efectuado basicamente como uma extensão do próprio braço do piloto. Ao estender os braços as "asas" acompanham os movimentos executados e finalmente consegue-se as tão almejadas asas com área variável.
O aspecto geral da roupa ao vê-la em voo é muito parecido com um condor, extinto à milhares de anos. Estas aves povoaram o imaginário dos praticantes do voo livre do século XX pela sua total desenvolvura nos ares. Era raro ver um condor a bater as asas. Se isso acontecesse pode apostar que o dia de voo seria mau. No fato de voo até as pontas das asas foram inspiradas nas dos condores.
Deixou de ser permitido qualquer tipo de equipamento electrónico no voo livre. Também, com estes fatos de voo a possibilitarem planeios de 80/1, quem precisa de variómetro? Mesmo os famosos óculos térmicos, tão populares a partir do ano de 2009, tinham sido abolidos das competições oficiais à mais de 300 anos. Estes óculos eram usados somente para alunos em instrução para familiarizá-los com o voo térmico. Mas o grande salto tecnológico não se deu somente nas roupas de v0o...
A engenharia genética evoluiu muito e finalmente chegou aos desporots aéreos. Depois que o gene do condor foi todo mapeado, foi fácil descobrir o que o fazia tão poderoso nos céus. Anos de estudo levantaram alguns dos dons do condor. Ouvido altamente apurado para baixas frequências: as térmicas podiam ser ouvidas. Alta sensibilidade para variações de pressão: variómetro interno. Visão infra-vermelho: através de pequenas variações de temperaturas as térmicas podiam ser vistas. A máquina perfeita de voar estava desvendada.
Foi no campeonato mundial de 2040 que surgiram as primeiras experiências envolvendo pilotos de alto nível com material genético alterado a partir do condor. As competições tiveram um salto enorme. Esses pilotos que se submeteram a alterações genéticas eram imbatíveis!
Em vez de gerar altos protestos, um a um os pilotos começaram a submeter-se ao tratamento genético. Não tanto por querer ganhar as novas competições, mas pelas maravilhas que os "convertidos" falavam. As térmicas eram sempre alcançadas, as transições eram sempre maiores. Muitos falavam que tinham redescoberto o prazer de voar; na verdade todos falavam que aquilo sim era voar.
Foi nesta época que os equipamentos electrónicos foram banidos das competições. Não havia mais razão para usar óculos térmicos, variómetros ou GPS. Para quê usar toda esta parafernália tecnológica se agora eles podiam sentir as térmicas, practicamente "ver" as correntes de ar e saber qual era o melhor lugar para se dirigir para apanahar a melhor ascendência?
Mas toda essa evolução genética tinha um preço a ser pago. Algumas pessoas começaram a desenvolver uma pequena plumagem pelo corpo. Algo lembrando micro-penas. Outros começaram a ter predileção por carnes quase em estado de putrefação.
Já faz 2 anos que me submeti ao tratamento. No início não senti nada.! Pensei que algo tinha corrido mal e até comecei a duvidar de meus outros amigos de voo e das maravilhas que eles falavam. Passaram-se 3 semanas e num dia que não prometia um bom voo comecei a sentir um coisa estranha. Ao descolar comecei a voar para a frente durante uns 5 segundos para ver se encontrava algum local com sustentação. Não encontrei nada. Quando estav prestes a começar a fazer a curva para voltar para a encosta senti uma mudança no ar. Ele parecia ter ficado um pouco mais quente e a cada metro que eu avançava para frente mais ele aquecia. O meu variómetro não marcava nada, mas eu sabia que alguma coisa estava a acontecer ali na frente.
Dez segundos depois senti a pressão do ar que me levava para cima e o variómetro começava a apitar. Era como se tivesse sido a minha primeira térmica. Eu sabia que ela estava ali na frente. Como sabia? Não sei, mas eu tinha a certeza que ela estava lá. Algumas horas depois do voo lembrei-me de ter sentido um aumento de temperatura, será que eu tinha sido "convertido" finalmente?
As semanas foram passando e as mudanças começaram a ficar muito mais visíveis. Mesmo não voando eu sabia onde as térmicas estavam a ser geradas e para onde elas se deslocavam. Isso até me irritava, pois eu estava dentro da cidade e tinha absoluta certeza que se estivesse com a minha roupa de voo chegaria ao meu destino muito mais rapidamente que de carro ou a pé.
No fim de semana começava a minha glória. Eu não era mais um simples mortal. Tinha me tornado finalmente um ser do céus. Eu ainda não era um pássaro, mas já me considerava como um. As 10 horas da manhã eu já podia lançar-me aos céus e ficar a voar por muitas horas a fio. Mesmo que as condições piorassem eu tinha plena consciência disso e voltava a aterrar na descolagem antes que tivesse que obrigatoriamente ir para a aterragem.
Bem, chega de lembranças. O despertador tocou, bati coma cabeça e afinal estava só a sonhar...
segunda-feira, agosto 21
quarta-feira, agosto 16
Personally, I'm just getting into competition flying, and in addition to really enjoying the comps themselves I'm learning loads that will help my XC flying. XC pilots think "how far can I fly?". Competition pilots think "how do I get from A to B as fast as possible?". Combine the two and your perspective changes: instead of thermal triggers and downwind glides you see lines through the sky along which you can travel. Ridges are lines where it's easy to get from one end to the other. Circling in a thermal and then gliding connects you from being here to being there. And what is paragliding if not tracing a line through the sky, which, when you follow it, takes you from its start to its end?
terça-feira, agosto 15
segunda-feira, agosto 14
quinta-feira, agosto 10
Wing of Freedom
Sailing the sky under your own wing is true freedom.
Sun, landscape and wind sets the limits, together with your own skill and fantasy.
It is called paragliding and you can not get closer to the Icaristic dream any other way.
Like the birds you take advantage of hot air rising from the ground when heated by the sun.
Or use the upswell of air created when the wind hits a rockface.
The only difference is that birds can flap their wings when out of lift.
Pretty unfair isn’t it?
Sun, landscape and wind sets the limits, together with your own skill and fantasy.
It is called paragliding and you can not get closer to the Icaristic dream any other way.
Like the birds you take advantage of hot air rising from the ground when heated by the sun.
Or use the upswell of air created when the wind hits a rockface.
The only difference is that birds can flap their wings when out of lift.
Pretty unfair isn’t it?
quarta-feira, agosto 9
terça-feira, agosto 8
Espiritualizar é ser Zen. Aplicação Prática no vôo Livre.
Pode parecer demagogia, hipocrisia, ou qualquer ...sia que quiserem pensar que seja, mas falar e pensar sobre transcender, sobre morrer, e renascer é o caminho para o Zen. E ser Zen é ser completo, é ser perfeito.
Todo o tipo que é melhor, que faz mais, que pode mais, que se destaca mais, que se enriquece mais, que aprende mais é Zen.
Ser Zen é estar presente e consciente de si mesmo, e de tudo que o que nos rodeia a todos nós.
É estar preparado para eventualidades, e para novas variantes inesperadas.
É conseguir resolver situações com antecipação por estar ciente de suas causas e consequências.
É presenciar o céu azul, na sua total magnitude e encantar-se com ele.
É voar com precisão, não por analisar e escolher, mas simplesmente por saber.
Pessoas que fogem do debate sobre o imutável afastam-se da plenitude por não aceitarem sua condição. Carregam pesos que lhes arrastam pelo chão.
Os melhores voam mais por não carregarem nada consigo, por deixarem tudo na terra, por estarem livres das amarras corporais, dos sentimentos que enrijecem as decisões.
Ficam para trás, ficam para baixo, ficam no chão.
Texto escrito por um piloto brasieliro.
Todo o tipo que é melhor, que faz mais, que pode mais, que se destaca mais, que se enriquece mais, que aprende mais é Zen.
Ser Zen é estar presente e consciente de si mesmo, e de tudo que o que nos rodeia a todos nós.
É estar preparado para eventualidades, e para novas variantes inesperadas.
É conseguir resolver situações com antecipação por estar ciente de suas causas e consequências.
É presenciar o céu azul, na sua total magnitude e encantar-se com ele.
É voar com precisão, não por analisar e escolher, mas simplesmente por saber.
Pessoas que fogem do debate sobre o imutável afastam-se da plenitude por não aceitarem sua condição. Carregam pesos que lhes arrastam pelo chão.
Os melhores voam mais por não carregarem nada consigo, por deixarem tudo na terra, por estarem livres das amarras corporais, dos sentimentos que enrijecem as decisões.
Ficam para trás, ficam para baixo, ficam no chão.
Texto escrito por um piloto brasieliro.
segunda-feira, agosto 7
domingo, agosto 6
quinta-feira, agosto 3
Pensamento do dia
O VOAR É COMO A RELVA.
TU PLANTAS.
ELA CRESCE.
TU PLANTAS.
ELA CRESCE.
DEPOIS, VEM UMA VACA E ACABA COM TUDO.
quarta-feira, agosto 2
"A verdadeira bravura não se demonstra nos campos de batalha, não está no enfrentamento de animais ferozes ou de perigos que ponham a sua vida em risco. A verdadeira bravura está em sair de casa para beber com os amigos; não avisar a esposa; chegar a casa de madrugada, caindo de bêbado ser recebido por ela com uma vassoura na mão; e ainda ter peito para perguntar:
VAIS VARRER OU VAIS VOAR?"
VAIS VARRER OU VAIS VOAR?"
segunda-feira, julho 31
domingo, julho 30
O céu chama-te...
The Sky calls out with space and might,
your wings spread wide and free.
That vision seen will leave your sight!,
unless you hold on, Oh so tight,
When clasped both hands the dream of Flight
Becomes your living fantasy.
May God grant you blue skies aloft,
With winds of calm by land,
As you play on the outskirts of heaven,
On the fragile wings of man.
Autor: John D. Duvall
your wings spread wide and free.
That vision seen will leave your sight!,
unless you hold on, Oh so tight,
When clasped both hands the dream of Flight
Becomes your living fantasy.
May God grant you blue skies aloft,
With winds of calm by land,
As you play on the outskirts of heaven,
On the fragile wings of man.
Autor: John D. Duvall
terça-feira, julho 25
segunda-feira, julho 24
quarta-feira, julho 5
terça-feira, julho 4
Wings of Freedom
Sailing the sky under your own wing is true freedom. Sun, landscape and wind sets the limits, together with your own skill and fantasy. It is called paragliding and you can not get closer to the Icaristic dream any other way.
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